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História

História

No início do século XX, o Governo do Estado de São Paulo estava empenhado em conhecer o sertão paulista, que correspondia às terras localizadas a oeste do estado e, para isto enviou expedições a partir de 1905 para conhecer o rincão através de estudos dos rios Aguapeí (Feio) e do Peixe.

A descoberta do Ribeirão das Marrecas mediante a navegação do rio Paraná marcou o início do conhecimento das terras onde se originaram os primeiros povoados próximos ao curso do Ribeirão.

A noção de que o mesmo possuía cerca de 15 km de extensão acima de sua foz incentivou outras averiguações que influenciaram a aquisição de grandes glebas de terra.

Na transição da década de 10 para 20 começaram as buscas por terras no espigão Peixe ­ Aguapeí que iniciou o processo de colonização ao longo do Ribeirão das Marrecas através de um grupo de compradores da cidade de Santos.

Mapa de terras de 1929 mostra as seguintes posses na margem direita do ribeirão: Dr. Otávio Carvalho, José de Paula Machado, Manoel Sigismundo Caboclo, Francisco Paula Machado, Manoel Francisco Gouveia, Evaristo Machado Netto, Josino Paula Machado, Dr. Isaac de Lima e João Lima.

A propriedade mais extensa era a de Evaristo Machado Netto.

Um povoado próximo às propriedades poderia auxiliar os trabalhos de colonização destas fazendas e o povoado das Marrecas já existente não tinha aos olhos dos desbravadores o desenvolvimento e progresso que se esperava.

Por isso um novo povoado começou a ser idealizado à margem direita do Ribeirão das Marrecas por um grupo de colonizadores provenientes da região de Araçatuba.

O povoado de Maripã surgiu por volta de 1.947 através da Empresa Imobiliária e Urbanística Maripã, tendo à frente os empreendedores Alípio Bedaque e Achiles Neves.

A Lei Quinquenal abriu a possibilidade de em 1948 uma série de povoados se transformarem em Distrito de Paz o que levou a população a pleitear esta mudança que encontrou alguns empecilhos no nome que se assemelhava ao de outro povoado "Maripá". Uma reunião ocorrida no dia 24 de setembro de 1948 optou pela mudança do nome para Santa Mercedes.

Após três meses exatos daquela reunião, através da Lei nº 233 de 24 de dezembro de 1948, o patrimônio de Santa Mercedes se transformou em Distrito de Paz do município de Paulicéia.

Em 30 de dezembro de 1953, após um Plebiscito e grande campanha pró emancipação liderada por André Puertas e subsidiada financeiramente pela Empresa Imobiliária e Urbanística Maripã, Santa Mercedes alcança a sua emancipação Pólítico­administrativa através da Lei Estadual nº 2456.

Santa Mercedes se localiza no extremo Oeste do Estado de São Paulo, na Região Administrativa de Presidente Prudente, Micro Região de Dracena, a ­ 51,76 º de longitude e ­ 21,35 graus de latitude, com altitude de 351 m, possui 167,3 Km2 de área e uma população de 2.589 habitantes divididas em dois Distritos: Distrito Sede de Santa Mercedes com 2.099 moradores e Distrito de Terra Nova D'Oeste com 490 moradores e que dista cerca de 12 Km da sede.

A economia local se baseia na prestação de serviços, principalmente na área rural, seguida pela agropecuária e é ínfimo o trabalho em indústrias.

Dentre as atividades que mais ocupam a mão de obra local, está hoje a cana de açúcar, cuja produção vem se expandindo nos últimos anos, com a instalação na região de algumas usinas para a produção de álcool.